sábado, 29 de janeiro de 2011

Escapada pro Saltão


Quinta-feria, 27-jan-2011, última semana de férias, 16h30min. Que tal uma escapada de dois dias para conhecer algum lugar novo na nossa região? Ótima idéia! Mochila, barraca, sacos de dormir, alguma provisão básica pra comer e pé na estrada. Destino: Itirapina-SP, Cachoeira do Saltão.

Chegamos no Camping do Saltão por volta das 22h30min. No horizonte, muito relâmpago, anunciando que poderíamos enfrentar muita chuva durante a madrugada. O lugar nos surpreendeu positivamente. Éramos os únicos no camping, além é claro de uma cachorrinha muito especial, que não descobrimos o nome dela, mas que ficou como nossa guia o tempo todo.






Apenas uma pancada de chuva e a tempestade passou ao largo. Isso nos permitiu uma noite tranquila, com direito a um delicioso churras. Depois, montar a barraca e "boa noite"!
Com um belo amanhacer, era hora de pegar a trilha para conhecer as cachoeiras do Saltão e da Ferradura.

Poder conferir a cachoeira do Saltão tanto na parte de cima quanto na parte de baixo é ótimo para termos uma noção geral da sua dimensão.


Saindo do Saltão, segue-se o riacho em direção à cachoeira da Ferradura. Uma trilha agradável, bem no estilo "pé molhado", o que ajuda a refrescar o calor no verão.
















O visual da cachoeira da Ferradura também é lindo e vale um banho gelado!

































terça-feira, 8 de junho de 2010

Praia do Bonete, Ilha Bela



Foi uma super aventura encarar 13 km de trilha para chegar no Bonete. Aliás, para chegar na praia do Bonete ou você encara a trilha ou vai de barquinho quando o mar estiver calmo e sem vento. O tempo não estava bom, com muito vento, frio e previsão de chuva. Começamos a trilha por volta das 13h30min e acabamos utilizando o atalho (hummm será?!) pelo sítio da Lage. Por causa do avançado da hora, decidimos pernoitar na Lage, assim não correríamos o risco de ficar na trilha a noite.
O lugar para montar as barracas na Lage era muito bonito, no alto de um costão de pedras com o mar à nossa frente. Porém era bem ali que o "vento fazia a curva". Tá louco! Sem exagero, de madrugada, as lufadas de vento faziam o teto da barraca relar na testa de quem estava deitado! Foi uma noite e tanto, porém a nossa barraquinha suportou o vento e um pouco de chuva.
No outro dia, desmontamos o acampamento e colocamos o pé na trilha novamente. Passamos pela Cachoeira da Lage, Cachoeira do Areado, andamos, andamos, subimos, descemos, subimos de novo, descemos outra vez mais, escorrega aqui, segura ali e... enfim avistamos o Bonete do alto da trilha e depois de quase 4 horas de caminhada. Lindo o lugar! Colocamos o pé na areia. Borrachudo demais, porém um final de tarde muito agradável. Acabamos ficando na Pousada da Rosa e desfrutamos de uma ótima acolhida. A Sara e a Cláudia são muito simpáticas e a comidinha caseira é excelente.
No sábado, alguns desistiram de enfrentar a trilha a pé novamente na volta. Só nos restava então a opção de tentar voltar de barco. Mas o tempo havia piorado muito. Nenhum barqueiro mais velho estava disposto a nos levar. Apenas dois jovens piloteiros de umas lanchas pequenas. Aliás, se você estiver no Bonete e os barqueiros mais velhos não quiserem te levar de barco, evite a audácia (diga-se irresponsabilidade) dos piloteiros mais jovens. Eu tinha cá pra mim que todo mundo deveria enfrentar a trilha. Mas, as mochilas eram pesadas demais, a trilha era muuuiito longa e escorregadia, então vamos tentar sair de barco. Eu sabia qual era o sacrifício de enfretar os 13 km de volta pela trilha, porém temia pelo mar que estava super mexido e com vento muito forte. Não esqueço a cara de outros barqueiros olhando pra gente embarcando na lanchinha. "Que dó", devem ter pensado! Atravessar cerca de 45 min somente por costões de pedra, não seria uma boa. Porém, vai, não vai, acamos indo. Não chegamos nem a sair da baía do Bonete. Quase sucumbimos! Pude ver a cara do jovem piloteiro desesperado para segurar a lanchinha no meio de ondas enormes. Pé na areia novamente, dinheiro devolvido, o jeito foi aproveitar o dia, mesmo com chuva, para conhecer o mirante do Bonete. Depois descansamos bastante por que no dia seguinte a previsão era do mar piorar ainda mais. Dito e feito. Só restou então encarar a trilha de volta. Mas valeu muito a pena, principalmente o banho gelado na Cahoeira da Lage.






quinta-feira, 1 de abril de 2010

No Chile, começando a aventura.



Chegamos em Santiago por volta das 2 da manhã e ninguém nos atendeu no albergue. Houve algum problema com o porteiro da noite (rs): ou o cara pegou no sono ou abandonou o posto e foi pra balada.
Ainda bem que eu pedí pro motorista do taxi esperar que alguém nos atendesse, senão teríamos ficado literalmente na rua, em frente ao albergue, as duas da matina com as meninas. Não havia campainha nem telefonema que fizesse alguma viva alma atender a porta. Detalhe, toca a procurar hotel para um primeiro pernoite. Morremos com 120 dólares de pernoite, acordei cedo, liguei imediatamente pro albergue, reclamei um bocado, recebí mil pedidos de desculpa do gerente que me cedeu 2 noites de cortesia para compensar o ocorrido.
O que fizemos em Santiago: 4 dias para city tour na Capital, incluindo Cerro San Cristoban, Passeo Almada, Plaza de Armas, La Momenda, Zoo, Vinícola Cousiño & Macul (daí pra ir de metrô), visita a 1 universidade e realização de um curso.
Ao redor de Santiago: 1 dia para o Monumento El Morado, que fica na região de Cajon del Maipo. Essa foi uma das melhores etapas da nossa viagem. (mais detalhes eu continuo em breve).

Chile com as meninas: Santiago, arredores até Pucón


Aqui nós compartilhamos um pouco sobre algumas das viagens e aventuras que realizamos em família.

A mais recente foi para o Chile, em jan/10, num total de 12 dias que incluiu no roteiro a capital Santiago, a vizinha Valparaíso e uma esticada até Pucon que fica mais ao Sul.


Na capital, tudo funciona muito bem e o metrô é a melhor pedida para chegar em quanquer canto de Santiago, inclusive na vinícola Cousiño & Macul.

Além do cerro San Critoban que oferece uma bela visão geral da cidade com a cordilheira dos Andes ao fundo, conferimos também o dia-a-dia dos santiaguinos nos seguintes pontos: Palácio La Moneda, o passeo Almada e a Plaza de Armas.

Ao redor de Santiago (aproximadamente 1h40min de carro, está a região de Cajon del Maipo, onde encontra-se o monumento natural El Morado. Uma trilha de 7,5 km (só de subida) permite você chegar até a base do El Morado onde fica o Glacial San Francisco. Mesmo no verão, foi possível encontrarmos neve o que garantiu a diversão das nossas meninas que curtiram bastantes a aventura.


Ao entardecer, quando descíamos a trilha de volta, a temperatura caiu absurdamente pelo menos para nós e passamos um frio lascado. Para o Tomás que é simpatico e atencioso guarda-parque em El Morado e que fez companhia pra gente durante a descida, nem tanto pois está acostumado com invernos muito rigorosos.


Chegando em Santiago lá pelas 21h30min, quem é que conseguia achar um restaurante chileno pra matar a fome? Na Av. Pedro de Valdívia só encotrávamos restaurante chinês! O jeito foi encarar uma comida peruana, que aliás foi s.e.n.s.a.c.i.o.n.a.l (restaurante Peru Mágico).

Cerca de 450 km ao Sul de Santiago está Pucón, uma cidadezinha que fica aos pés do imponente vulcão Vila Rica. Encaramos 10 horas de viagem de ônibus até lá. Mas o ônibus era muito confortável a viagem foi ótima. Estávamos muito interessados em tentar subir até a cratera do vulcão, mas não foi possível por causa da idade das meninas. Porém fomos até a base do vulcão e a cratera ficará para outra oportunidade quando elas tiverem tamanho maior.